Eficiência técnica dos Institutos Federais de Educação Profissional e Tecnológica

Autores

  • Bianca Eloize Moro Universidade Federal da Fronteira Sul https://orcid.org/0009-0005-4905-2535
  • Larissa de Lima Trindade Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
  • Darlan Christiano Kroth Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
  • Sérgio Begnini Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC) https://orcid.org/0000-0002-7030-6107

DOI:

https://doi.org/10.13058/raep.2026.v27n1.2646

Palavras-chave:

Institutos Federais, Eficiência Técnica, Análise Envoltória de Dados

Resumo

Visando mensurar a eficiência técnica dos Institutos Federais brasileiros entre os anos de 2018 a 2023, utilizou-se a DEA pelo modelo BCC orientado aos outputs. As entradas consideradas foram: gastos correntes por aluno, índice de titulação do corpo docente e relação matrícula por professor. Como variável de saída, relação concluintes por matrículas. Os resultados revelam que a Pandemia de Covid-19 não afetou diretamente o grau de eficiência técnica dos mesmos, que já vinha apresentando queda e fechou a série com média de 0,67, abaixo daquela obtida em períodos anteriores. Ainda assim, alguns desempenhos se destacam e servem como benchmarks, especialmente instituições da Região Norte do país. Dessa forma, esse estudo contribui para a literatura de avaliação de políticas públicas, demonstrando que o aumento dos gastos correntes por matrícula não implica necessariamente em maior eficiência e a inexistência de relação direta entre a eficiência técnica e o índice de eficiência acadêmica. Por fim, a análise dos benchmarks também serve como um ponto de partida para que os institutos que apresentam desempenho inferior possam aprimorar suas realidades, tendo a oferta de cursos online, abertos e massivos, de forma isolada ou complementar aos demais cursos regulares, surgido como uma boa prática.

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Biografia do Autor

Bianca Eloize Moro, Universidade Federal da Fronteira Sul

Mestranda do Mestrado Profissional em Administração Pública - PROFIAP (UFFS). Especialista em Gestão Pública na Educação Profissional e Tecnológica (IFSC).

Larissa de Lima Trindade, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)

Doutora em Ciências Humanas (UFSC). Docente da UFFS (Campus Chapecó). Professora do Mestrado Profissional em Administração Pública - PROFIAP (UFFS) e do Programa de Pós-graduação em Ciências Contábeis e Administração - PPGCCA (Unochapecó).

Darlan Christiano Kroth, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)

Doutor em Desenvolvimento Econômico (UFPR). Docente da UFFS (Campus Chapecó). Professor do Mestrado Profissional em Administração Pública - PROFIAP e do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental - PPGCTA (UFFS).

Sérgio Begnini, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC)

Doutor em Administração (UNOESC). Professor do Programa de Pós-Graduação em Administração da Unoesc. Administrador da UFFS (Campus Chapecó) e Professor do Mestrado Profissional em Administração Pública - PROFIAP (UFFS).

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Publicado

2026-05-31

Como Citar

Moro, B. E., Trindade, L. de L., Kroth, D. C., & Begnini, S. (2026). Eficiência técnica dos Institutos Federais de Educação Profissional e Tecnológica. Administração: Ensino E Pesquisa, 27(1). https://doi.org/10.13058/raep.2026.v27n1.2646